Glossário
Glossário
Um glossário é uma lista alfabética de termos de um determinado domínio de conhecimento com a definição destes termos. Tradicionalmente um glossário aparece no final de um livro e inclui termos citados que o livro introduz ao leitor ou são incomuns. Um glossário bilíngue é uma lista de termos em uma língua que são definidas em uma segunda língua ou indicados por sinônimos em outra língua, apresentados da forma como são usados por profissionais da área. De um modo geral, um glossário contém explicações de conceitos relevantes de um certo campo de estudo ou ação. Neste sentido, o termo é relatado para a noção de ontologia. Métodos automáticos tem sido desenvolvidos para transformar um glossário em uma ontologia ou num léxico computacional ou terminologia de qualquer ramo tecnológico.
A fotografia de vida selvagem é um género fotográfico que se centra no retrato de animais e constitui um importante subcampo da fotografia de natureza. Abrange uma grande variedade de estilos, desde fotos documentais a representações artísticas de animais selvagens, de jardim zoológico e domésticos. A fotografia de vida selvagem evoluiu continuamente, tanto a nível técnico como estético. A fotografia de vida selvagem desempenha um papel significativo na comunicação ambiental e científica, além de se ter desenvolvido como uma importante forma de arte e um passatempo popular.
A macrofotografia é um subcampo da fotografia em que pequenos objetos são posicionados tão perto da câmara que aparecem demasiado grandes e detalhados na fotografia. Num sentido mais estrito, a macrofotografia refere-se a uma situação em que a imagem do objeto no sensor da câmara aparece exatamente do mesmo tamanho que o próprio objeto; a taxa de ampliação é então precisamente 1, também representada como 1:1. Esta é também a taxa de ampliação máxima normalmente encontrada em lentes macro. As fotografias com taxas de ampliação mais elevadas, em que o objeto é reproduzido muito maior no sensor (ou, no caso das câmaras analógicas, no filme), são designadas por fotomicrografia. De acordo com a norma DIN 19040, qualquer imagem na gama de ampliação entre 1:10 e 10:1 é considerada uma fotografia de grande plano ou macrofotografia.
Vitória pírrica ou vitória de Pirro é uma expressão utilizada para se referir a uma vitória obtida a alto preço, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis.
A expressão recebeu o nome do rei Pirro do Epiro, cujo exército havia sofrido perdas irreparáveis após derrotar os romanos na Batalha de Heracleia, em 280 a.C., e na Batalha de Ásculo, em 279 a.C., durante a Guerra Pírrica. Após a segunda batalha, Plutarco apresenta um relato feito por Dioniso de Halicarnasso:
Os exércitos se separaram; e, diz-se, Pirro teria respondido a um indivíduo que lhe demonstrou alegria pela vitória que "uma outra vitória como esta o arruinaria completamente". Pois ele havia perdido uma parte enorme das forças que trouxera consigo, e quase todos os seus amigos íntimos e principais comandantes; não havia outros homens para formar novos recrutas, e encontrou seus aliados na Itália recuando. Por outro lado, como que numa fonte constantemente fluindo para fora da cidade, o acampamento romano era preenchido rápida e abundantemente por novos recrutas, todos sem deixar sua coragem ser abatida pela perda que sofreram, mas sim extraindo de sua própria ira nova força e resolução para seguir adiante com a guerra.
Esta expressão não se utiliza apenas em contexto militar, mas também está, por analogia, ligada a atividades como economia, política, justiça, literatura, arte e desporto para descrever luta similar, prejudicial ao vencedor.
A liberdade de expressão é um direito humano e está garantida nas constituições como um direito fundamental contra o poder do Estado, de forma a evitar que a formação da opinião pública e o debate associado ao governo e à legislação sejam prejudicados ou mesmo proibidos. Estreitamente relacionada com a liberdade de expressão, a liberdade de informação assegura o acesso a informação importante, sem a qual a formação de opinião crítica seria impossível. A proibição da censura impede o controlo de opiniões e informações por parte das autoridades estatais. Ao contrário de uma ditadura, numa democracia o Estado está explicitamente proibido de utilizar a censura como meio de controlo preventivo da informação.